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Gerador de Título de Eleitor

Gere números de Título de Eleitor válidos por estado para testes de sistemas eleitorais. Calcula dígitos verificadores conforme algoritmo do TSE.

Por Vitor LuzAtualizado em
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Sobre Gerador de Título de Eleitor

O Título de Eleitor é o documento brasileiro obrigatório para o exercício do voto, emitido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Possui 12 dígitos no formato AAAAAAAA-UF-DV, em que os 8 primeiros são sequenciais, os 2 seguintes identificam a unidade federativa de inscrição (cada UF tem seu código próprio — SP=01, MG=06, RJ=03 etc.) e os 2 últimos são dígitos verificadores calculados por módulo 11. Esta ferramenta gera títulos válidos pelo algoritmo oficial do TSE, com DV correto e código de UF coerente com o estado escolhido. Os números passam em qualquer validação matemática mas não correspondem a eleitores reais. Útil para desenvolvedores de sistemas de cadastro eleitoral, partidos políticos, sistemas de elegibilidade pública e qualquer aplicação que precise validar campo de título de eleitor.

Como usar o Gerador de Título de Eleitor

Selecione a UF (estado) onde o título de eleitor seria emitido e clique em 'Gerar Título de Eleitor'. O sistema produz um número de 12 dígitos no formato oficial: 8 dígitos sequenciais + 2 dígitos da UF + 2 dígitos verificadores calculados pelo algoritmo do TSE. O número é exibido instantaneamente e pode ser copiado com um clique para colar no formulário ou sistema de teste.

Para que serve?

Quem desenvolve para partido político precisa testar a gestão de filiados, onde cada cadastro carrega um título de eleitor. Sistemas de RH do setor público também pedem o título no formulário de posse, já que estar em dia com a Justiça Eleitoral é requisito para servidor. Em ambos os casos, o dev precisa de números que respeitem o formato por UF e passem nos dígitos verificadores do TSE — sem usar o título real de nenhum eleitor para popular a tela de homologação.

Por que os dois dígitos da UF importam

Diferente do CPF, em que o estado fica codificado num único dígito, o título de eleitor reserva duas posições só para a unidade federativa de inscrição — e o código não segue a ordem alfabética óbvia: São Paulo é 01, Minas Gerais 06, Rio de Janeiro 03. Um detalhe que pega muita gente: os títulos de SP e MG, por serem os estados mais antigos no sistema, têm regra de cálculo de DV ligeiramente diferente da dos demais. Este gerador respeita o código correto da UF que você escolher, então os números ficam coerentes com o estado.

Título não diz zona nem seção

Existe a ideia de que o número do título 'contém' a zona e a seção de votação do eleitor. Não contém. Os 12 dígitos são apenas sequencial, código de UF e os dois verificadores; zona e seção são informações separadas, atreladas ao cadastro e ao local de votação, que mudam quando o eleitor transfere o domicílio. Um sistema que tenta deduzir o local de voto a partir do número do título está errado de origem. O gerador produz só o número em si, que é o que entra em campos de validação de formato.

Perguntas Frequentes

O que é Título de Eleitor?

O Título de Eleitor é o documento brasileiro obrigatório para o exercício do voto, emitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Possui 12 dígitos que identificam o eleitor, sua zona e seção eleitoral. Os dois últimos dígitos são verificadores, calculados conforme o algoritmo do TSE.

Como é a estrutura do Título de Eleitor?

São 12 dígitos divididos em: 8 dígitos sequenciais + 2 dígitos que identificam a UF (unidade federativa) + 2 dígitos verificadores. O gerador permite escolher o estado para que os dígitos da UF sejam corretos.

Os títulos gerados são reais?

Não. Passam no algoritmo de dígitos verificadores do TSE, mas não correspondem a eleitores reais. Servem apenas para testes de software e desenvolvimento.

Para que serve este gerador?

Para desenvolvedores que testam sistemas eleitorais, cadastros de partidos políticos, sistemas governamentais de elegibilidade, e qualquer aplicação que exija validação de título de eleitor.

É legal usar título de eleitor gerado?

Sim, para fins de teste de software. Usar título falso em documentos oficiais ou para se passar por outro eleitor é crime eleitoral (Código Eleitoral, art. 348).

Fontes oficiais

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